segunda-feira, junho 21, 2010

Agora é a vez de ...

... Marcelino Freire chegar na quebrada pela 4ª vez
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O premiado escritor Marcelino Freire visita a cidade de Suzano para ministrar a palestra "Solo Pernambucano". A atividade ocorre nesta terça-feira, 22/6, a partir das 20h, no Centro de Educação e Cultura "Francisco Carlos Moriconi" (Rua Benjamin Constant, 682, Centro - Suzano - SP). Por meio de uma aula-espetáculo, intitulada "Solo Pernambucano", o escritor fala de sua trajetória, lê trechos de sua obra e "provoca" a participação da plateia. A palestra tem como público alvo escritores, poetas, leitores e estudantes universitários. Ela faz parte do projeto Pílulas criativas da Secretaria de Cultura, uma ação de formação avançada e continuada para artistas, fazedores e interessados em arte. A ideia é trocar experiências com artistas e pesquisadores que repassam seus conhecimentos aos aprendizes. A entrada é gratuita e não necessita a retirada de convites. Mais informações através do telefone (11) 4747-4180.

sexta-feira, junho 18, 2010

Falecimento

Morre José Saramago, referência literária do escritor Sacolinha
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Faleceu hoje, pela manhã, com 87 anos, um dos maiores escritores da atualidade. José Saramago mudou o olhar de muitas pessoas com relação ao comunismo e influenciou vários escritores, entre eles, eu.
Saramago morreu de múltipla falha orgânica, em sua casa, em Lanzarote, nas Ilhas Canárias.
Os livros mais lidos e comentados desse autor célebre, são:
- Ensaio sobre a cegueira
- O Evangelho segundo Jesus Cristo
- Memorial do Convento
- O conto da ilha desconhecida
- As Intermitências da Morte
- A Viagem do Elefante
- A Caverna
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Obs: Esse é do tipo de pessoa que morreu feliz, não bastasse a quantidade importantíssima de obras e artigos, ainda conseguiu se despedir tranquila e serenamente de sua família, conforme disse em nota a Fundação José Saramago. Deixou um legado e tanto!

Mais informações no site do autor: http://www.josesaramago.org/

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Leia abaixo dois comentários que fiz, em março desse ano, sobre dois livros do Saramago _________________________________________________________ A Caverna 25/03/10 _______________________________________________________ Acabo de finalizar a leitura de mais um livro do Saramago, “A Caverna”. E estou no livro até agora, pasmo, com medo de mim mesmo e cheio de inquietações. Logo eu fui ter acesso a esse livro? Uma eterna criança com medo das contradições, Dane-se. Não é eu quem sempre falo que devemos ler livros que estragam a gente? Então, A Caverna é um desses livros. Nele Saramago recria o “Mito da Caverna” de Platão, através da vida de uma família de oleiros que somente depois de ter os produtos totalmente rejeitados é que se libertam de uma caverna onde estão sentados num banco de pedra olhando sombras na parede, projetadas por uma fogueira atrás deles e que eles pensam ser somente isso o mundo. O momento da leitura em que comecei a ficar mal foi quando Cipriano Algor, um dos protagonistas, encontra numa caverna embaixo de um shopping Center, seis corpos humanos acorrentados em bancos de pedra. Aí ele mesmo senta e começa a chorar. Não há nada mais triste, mais miseravelmente triste do que um velho a chorar, ainda mais numa situação como esta, onde depois de mais de 60 anos ele descobre que foi enganado, sendo obrigado desde o berço a pensar assim, trabalhar assim, consumir assim e achar assim. Acho que nunca sairei desse livro, e se sair não será ileso, pois estou desde ontem a procurar um lugar nesse mundo que não é uma caverna, inclusive creio que a maior delas está em nossa cabeça. Agora vou iniciar a leitura de “As intermitências da Morte” também de José Saramago, pois na terça que vem tenho um debate sobre ele. _________________________________________________________ As Intermitências da Morte 30/03/10 _______________________________________________________ Assim como a morte suspende suas atividades e para de matar, Saramago suspende seu comunismo e resolve falar de amor em “As Intermitências da Morte”. Depois de ter lido, quase numa sequência, quatro livros do autor, me vi chateado ao terminar a leitura dessa obra. Creio que, embalado pela leitura de outros livros, me vi empolgado e dei com a cara na parede. A ideia foi boa, mas parece que Saramago foi derrubado por ela ao não desenvolver de forma gostosa, onde a leitura fluiria sem problemas, igual nosso dia-a-dia, sabendo que não somos eternos e que algum dia iremos morrer. No começo a leitura é boa, mas antes de chegar na metade, fica cansativa demais, e as belas citações filosóficas que Saramago tem como marca, aqui se tornam um saco. O enredo é chamativo: A morte resolve suspender suas atividades e a partir do dia 1º de janeiro ninguém morre no país. Como conseqüência, aparecem centenas de problemas, entre eles econômicos e sociais. De início as pessoas acham aquilo uma benção; Que beleza! A eternidade. Ser imortal. Porém, os pontos negativos são superiores aos positivos. É aí que a morte consegue atingir seu objetivo: o de mostrar aos ingratos seres humanos que ela não é tão ruim quanto parece, e que sem ela, estaríamos num caos permanente. É só imaginar que você vai completar 200 anos, todo enrugado, cheio de dores, sem enxergar, envergado, sem se mover, só o osso, sendo rejeitado por parentes e até pelo asilo, e que mesmo o seu coração quase parando, você não morre. Pode ter certeza, a coisa que você mais vai querer é a morte. Depois que as pessoas entendem o recado, a morte volta a matar, só que com um diferencial: dessa vez as pessoas serão avisadas uma semana antes de sua morte, por uma carta cor de violeta. Novo caos. É isso o que o livro trata. Para mim, além de me levar ao debate com alguns escritores da Associação Cultural Literatura no Brasil, ainda serviu para algo mais importante: perdi o medo da morte. Mas, por favor, que eu não morra agora, tenho muito o que fazer e já entendi que a morte, para o bom andamento do mundo, é muito importante. Por isso, dona morte (no livro ela gosta de seu nome no minúsculo), me poupe por agora. Sei que você é necessária. Neste livro Saramago continua com seu ateísmo veemente e com suas ironias religiosas, mas o que me surpreendeu de fato foi que ele deixou de lado seu comunismo para dar espaço ao amor. Sabem o que acontece no final? Simplesmente a humanização da personagem principal. Um pouco mais da metade do livro até o final, parece que o autor fecha as cortinas e só circula no palco dois personagens: a morte e um músico que parece se recusar em morrer. A gélida e irreversível morte, para conseguir matar esse músico, se transforma em mulher, se apaixona, faz amor com ele e vira um ser humano. No dia seguinte ninguém morre.

quinta-feira, junho 17, 2010

Pílulas criativas

Na terça-feira passada, eu trouxe mais uma vez para Suzano o escritor e oficineiro Marcelino Freire. A oficina ocorreu dentro do projeto Pílulas Criativas, que envolve palestras e oficinas de nomes do teatro, da literatura e da dança.
Mesmo sendo 1 hora depois do jogo da seleção, o pessoal da Associação Cultural Literatura no Brasil compareceu em peso.
Veja imagens abaixo:

terça-feira, junho 15, 2010

Cinema da Laje

Povo, ontem, nós da Associação Cultural Literatura no Brasil, atravessamos a cidade em destino à Cooperifa, para a exibição do nosso Vídeo-Literatura/Projeto Experimental. Também foi exibido o filme documentário "Favela Rising".
Ao final fiz uma fala sobre o vídeo, aproveitei e falei dos trabalhos da associação como o concurso literário e o fanzine.
Abaixo apenas algumas imagens, quando chegar as outras eu posto.
Saudações culturais!

segunda-feira, junho 14, 2010

Pavio da Cultura - Fotos

E sábado passado, nem o frio conseguiu espantar o público do nosso sarau. Foi tanta poesia, crônica, conto, cordel, música e outras coisas, que não queríamos ir embora.
As imagens falam tudo.
A Alanda não perde uma Mano Cákis surpreendeu cantando
O público foi chegando aos poucos
Raimundo Alves
Marcio Sam ajudou na apresentação do sarau
Eu (Sacolinha)
Seu Lourenço observa atento

quinta-feira, junho 10, 2010

Vem com a gente!

Sábado tem "Pavio da Cultura"
O sarau ocorrerá neste sábado, 12/6, a partir das 20h, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 – Centro – Suzano - SP). A expectativa de público e de apresentações é grande, baseado no último Pavio da Cultura onde se comemorou 5 anos de atividades, com um sarau de três horas, muita gente presente e apresentações que superaram as expectativas. Nesse sábado a atividade terá rap, mpb, coco, repente, poesia, cordel, teatro e dança, além de exibições de filmes de no máximo um minuto. Os interessados em se apresentar devem chegar com 30 minutos de antecedência. Venha e convide amigos, vizinhos e parentes, mesmo que seja apenas para assistir. Todos são bem vindos. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180.

quarta-feira, junho 09, 2010

A viagem de ontem...

Então, conforme o combinado, recebemos ontem em Suzano o escritor e jornalista Zuenir Ventura. Foi um momento de aprendizado, bate papo tranquilo, e muita simpatia por parte do Zuenir. E o cara é humilde pra caralho, com o perdão da palavra.
O projeto, como já disse em release mais abaixo, é uma parceria de estado e município.
E dá licença, eu é quem vou deixar a minha humildade de lado, pelo menos nesse instante.
Nós, aqui da Secretaria de Cultura e da Associação Cultural Literatura no Brasil, somos foda. Não tem pra ninguém. Montamos um time fodido, que está revolucionado a cultura na região do Alto Tietê. Eu faço parte desse time e sou atacante.
Caramba, quanto tempo eu demorei pra não ser apenas mais um! Agora estou fazendo aquilo que é importante: fazendo gols, mudando a vida de dezenas de pessoas, para que elas mudem o mundo.
Isso é demais, não caibo em mim de tanto entusiasmo.
Eu (Sacolinha), Zuenir Ventura (novo atacante do time) e Walmir (secretário) A Viagem Literária
Casa cheia
Visão de fundo
Microfone disponível pra perguntas
D. Elisabete agradece a oportunidade
A Alanda não perde uma
No microfone: Lorena, nossa nova parceira
Eu aqui tô mostrando os livros do Zuenir disponíveis para empréstimo na biblioteca

segunda-feira, junho 07, 2010

Neste terça...

O escritor Zuenir Ventura fará uma palestra gratuita em Suzano, amanhã, dia 8 de junho, às 20h, na Biblioteca do Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (rua Benjamin Constant, 682 – Centro). A visita do escritor faz parte do projeto Viagem Literária, desenvolvido pela Secretaria de Cultura em parceria com o governo do Estado. O projeto dá continuidade ao Trajetória Literária, que é desenvolvido em Suzano e trouxe grandes nomes da literatura ao município, como Ariano Suassuna, Marcelo Rubens Paiva, Paulo Lins, Loyola Brandão e Moacyr Scliar. Durante o bate papo Zuenir Ventura falará de sua trajetória literária e jornalístiva e conversará com o público, que poderá fazer perguntas após a apresentação. Para o coordenador literário da Secretaria de Cultura de Suzano, Ademiro Alves, o Sacolinha, as palestras de escritores que são referência na literatura brasileira são exemplos para quem escreve e estimulam o público. “Todas as palestras que tivemos em Suzano foram aulas, sendo que algumas, como a do Suassuna, foram espetáculos. O público aprende rindo, se divertindo e sai do evento querendo ser como os autores, querendo ler ou escrever mais. Um momento impagável”. Informações: (11) 4747-4180

domingo, junho 06, 2010

Círculo das Letras

Na quinta-feira passada, feriado, nós da Comissão do Ponto de Cultura da Associação Cultural Literatura no Brasil, fizemos uma reunião para discutir a implementação do projeto. Ficamos no Centro Cultural Boa Vista das 11h às 17h. Produzimos bastante nesse dia, sem contar que antes dessa reunião ainda visitamos, pela manhã, um imóvel no Jd. Revista onde possivelmente será a nossa nova sede.
Logo trago mais informações.
Veja algumas imagens:
Débora, Landy, eu (Sacolinha), Cris e Cákis Ao fundo o Francis, presidente da entidade Aqui a Alanda faz um gesto de desdém para um encaminhamento do presidente

quinta-feira, junho 03, 2010

CD de Literatura

Terminamos a captação de áudio para o CD. Agora, enquanto o áudio é mixado em outro estúdio, eu vou reunindo os textos lidos, os currículos e fotos dos autores. Na sequência vou articular o registro, a prensagem e o encarte.
Os escritores mandaram bem, cada um com o seu gênero. Teve poesia, cordel, conto e crônica. São 18 membros que participam desse projeto e que fazem parte da Associação Cultural Literatura no Brasil.
Por enquanto é isso.
Saudações culturais!

Tico (produtor musical)

Jady

Marcio Sam Guel Brasil
Cákis
Eu (Sacolinha)
Paulo Odair
Renato
Paulão (responsável pela captação)
D. Elisabete
Visão de dentro do estúdio
Visão de fora do estúdio de gravação
Dany Moraes
Débora Garcia
Computador de áudio
Landy, a estreante