quarta-feira, outubro 18, 2017

Cartão Postal

Projeto Literatura e Paisagismo - Revitalizando a Quebrada. Jd. Revista - Suzano - SP - Brasil

sábado, outubro 14, 2017

Já assistiu?



Matéria da TVT sobre o projeto Literatura e Paisagismo - Revitalizando a Quebrada!

sábado, outubro 07, 2017

Reimpressão

Acabou de ficar pronta a reimpressão do livro "Brechó, Meia-noite e Fantasia". O livro de contos que teve a sua primeira tiragem esgotada em setembro agora é reimpresso para atender, além dos leitores comuns, às várias unidades escolares que estão adotando a obra para leitura dos seus alunos.
Tem muita gente lendo o "Brechó...". E você, já leu?
Adquira o seu clicando aqui

sexta-feira, outubro 06, 2017

Crônica da semana

Literatura e Paisagismo
Revitalizando a Quebrada, Revitalizando vidas
Escritor Sacolinha
25/09/2017


Tenho um lado empreendedor. Gosto de me concentrar em meus projetos com disciplina e respeito pelo que faço.
Em maio de 2017 resolvi colocar em prática uma ideia que estava em minha gaveta de projetos. Os motivos foram vários, entre eles a necessidade de inovar.
Em 2002 fundei a Associação Cultural Literatura no Brasil, pioneira na criação de novas mídias para o incentivo à leitura. Neste sentido inserimos poesias em imãs de geladeira, canetas, cartões postais e camisas. Até CD’s e vídeos de poesia nós fizemos. Então resolvi investir em algo mais ousado.
O Literatura e Paisagismo envolve a pintura de muros abandonados, com cores, grafites de poesia ou trechos de livros, além da limpeza do espaço ao redor e do plantio de uma ou mais árvores. A proposta inicial era a divulgação dos meus textos literários, a revitalização dos espaços da periferia e o incentivo à leitura. Mas quando eu coloco um projeto em prática, confesso que não tenho ideia de onde vai chegar E é isso o que está acontecendo. Todo o dinheiro para a realização deste projeto vem do meu bolso. Preciso de tinta para fazer o fundo, latas de sprays e às vezes pago alguém para me ajudar na pintura. E tem o pagamento do artista urbano (grafiteiro), pois não peço nada de graça aos artistas. Gosto que valorizem o meu trabalho, então valorizo o dos outros.
Vez ou outra algum amigo doa uma lata de tinta ou dinheiro para ajudar, mas a maior parte dos custos saem do meu bolso. E não é pouco! Dependendo do tamanho do espaço a ser revitalizado o valor total fica em R$ 700,00. E faço no mínimo duas intervenções por mês. Ou seja, tenho um total de gastos de mais de hum mil reais mensal com este projeto. O dinheiro sai das vendas dos meus livros e das minhas palestras, onde eu tiro metade para pagar as contas de casa e a outra metade para o Literatura e Paisagismo.

E porque faço isso?
Primeiro porque, como disse no início desta crônica, sou um empreendedor. E segundo porque eu acredito no que faço. Gosto de colher, mas pra não ficar ansiando a colheita, me ocupo em plantar.
Na maioria das intervenções sempre tem alguém desconfiado: “Você vai sair candidato?” ou então “O que você vai ganhar com isso?”.
Não culpo as pessoas por pensarem sempre no ganho, até porque fomos educados assim. Então respondo que financeiramente não estou ganhando nada. Inclusive abro um parêntese aqui para informar que até hoje, desde que eu iniciei o projeto, 4 meses e meio, só vendi um livro como resultado direto dessas ações. Fechando o parentese e continuando. Aí o morador, curioso e indignado insiste na pergunta: “Como assim, não vai ganhar nada?” E eu digo que ganho quando vejo alguém lendo o que eu escrevi; que ganho quando a vizinha vê como o local ficou bonito e aproveita pra limpar a frente da sua casa também, e com isso o nosso bairro fica melhor e minhas filhas crescem tendo orgulho do lugar onde moram.

Não consigo deixar o morador feliz com a resposta. Aí digo que ganho também quando as pessoas, estimuladas pelo o que leem nos muros, vão até a minha página na internet e compram um livro meu. Só aí é que ele vai embora satisfeito. Mas eu ainda não tinha noção do que seria um verdadeiro ganho, até o dia em que eu estava revitalizando um ponto de ônibus bem perto da minha casa. Pra recuperar aquele espaço público precisei fazer muitas coisas, desde solicitar autorização da prefeitura até pedir água de uma casa para lavar as paredes do ponto de ônibus. No fim do dia da intervenção, quando o grafiteiro já havia ido embora eu capinava sozinho o mato atrás do ponto de ônibus, brigando com pernilongos e escorpiões. Eu estava me perguntando se precisava de tudo aquilo, de todo aquele capricho, se dali há alguns dias estaria tudo sujo novamente. Aquele tempo em que me dedicava ali eu poderia estar com a minha família. Será que valia à pena?

Aí apareceu um senhor negro de cabelos brancos que havia passado por ali de manhã, quando eu iniciava a pintura. E em seu retorno na parte da tarde parou e ficou observando. Passei o braço na testa pra limpar o suor e fiquei prestando atenção na reação dele. Neste instante ele olhou pra mim levantou o dedo polegar direito e disse com uma sinceridade que eu jamais presenciei:
- Ó, parabens viu? Você está de parabéns! Ficou muito bonito e de bom gosto.
Eu sorri e disse obrigado. Quando ele virou as costas, fiz um giro com o olhar naquela periferia, naquele meu bairro. Perguntei-me outra vez: Vale à pena Sacolinha?
E repeti novamente o elogio daquele morador negro de cabelos brancos:
- Ó, parabens viu? Você está de parabéns! Ficou muito bonito e de bom gosto.

Meus olhos marejaram. Nunca recebi pagamento melhor.





quarta-feira, outubro 04, 2017

ESTAÇÃO TERMINAL

Salve, povo das Letras e leitores do romance Estação Terminal. Este livro lançado em 2010 acaba de ganhar uma resenha em vídeo. Resenha de quem vive e mora no assunto abordado no livro.

terça-feira, outubro 03, 2017

Comunidade do Conto

O troço é simples!

Comunidade do Conto é uma escola de contistas. Por isso aqui todos aprendemos. Nesta escola não existe escritor profissional, famoso ou amador. Todos ficam no mesmo patamar, porque aqui não somos escritores, somos seres humanos que a cada edição evoluem no saber "ouvir e criticar".
Mas cuidado, não venha desavisado, muito menos armado. Que nesta escola gostamos de levar porrada e de ser criticado. Quer ouvir elogios e palmas? Vai ao sarau, pois aqui é um momento de falarmos de nossos escritos e no que precisamos melhorar. É melhor se preparar entre amigos do que estar despreparado para os inimigos, que estes não tem dó, nem piedade na hora das críticas.

Esta é a última edição do ano. Quem vem amanhã participa da discussão sobre o tema "Paródia" e tem um mês pra escrever um conto, que será apresentado no dia 01 de novembro. E se o seu texto for bem avaliado ele será publicado na 5ª edição do Fanzine VASTO, publicação da Associação Cultural Literatura no Brasil em parceia com a Secretaria de Cultura (Prefeitura de Suzano) que será lançada no dia 06 de dezembro, com 1000 exemplares distribuídos gratuitamente em todo o Brasil e fora dele.

PS¹: Quem não é contista mas se interessou pelo tema, também pode vir.

PS²: Só poderá participar em novembro com o conto quem vier na discussão.

PS³: A Lari Lisboa é uma dessas mulheres porretas. Prometo que amanhã será uma noite de aprendizado que em nenhum outro lugar você terá chance de adquirir.



PS final: A atividade de amanhã tem duração máxima de duas horas.



Data 04/10/2017 - às 19h30
Local: Centro de Educação e Cultura "Francisco Carlos Moriconi"
Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano - SP
Informações: (11) 99526-3561 - Whatsapp

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segunda-feira, outubro 02, 2017

Lançamento duplo em 2010

E lá se vão 7 anos do lançamento dos livros "Peripécias de minha infância" e "Estação Terminal"


domingo, outubro 01, 2017

segunda-feira, setembro 25, 2017

Sobre masculinidades

Joelho ralado, tubaína e amor platônico
Ou
Ser menino na periferia de SP das décadas de 80 e 90

Era uma vez a periferia de São Paulo nas duas últimas décadas do século XX.  Não, espera! Vamos começar de leve pra não perder o leitor no primeiro parágrafo desta crônica.
Neste momento estou escrevendo ao som da música “Era uma vez” na voz de Kell Smith, uma das músicas mais tocadas no fim do inverno e começo da primavera de 2017. A música parece que se baseou naquela frase da Clarice Lispector “Queria voltar a ser criança, porque os joelhos ralados curam bem mais rápido que os coraçoes partidos”.
Confesso que a música é muito dolorida. Tão dolorida que chega a ser bonita de arrepiar. E em meu caso, menino pobre da Zona Leste de SP, suscita lembranças de uma vivência pesada nas décadas de 80 e 90. Aqui não irei falar de tiro, drogas e outras violências físicas, que apesar dos pesares esses fatores ainda eram possíveis de se esquivar.
Quero falar de violência emocional, que é o assunto da música. É que em nosso caso, em sua maioria, sem a figura paterna, pobre, de bairro carente e criado em um sistema machista, a situação era bem pior do que um joelho ralado. Primeiro as lágrimas eram proibidas em qualquer caso: machucado, surra da mãe ou da avó, briga na rua e na escola, amor platônico e etc. Incrível que esta imposição quase natural nos impedia o choro até quando estávamos sozinhos. Parecia que estávamos sendo vigiados. Eu mesmo tentava mas não conseguia. O choro não passava da garganta, parecia que havia um nó ali e eu era obrigado a fazer aquilo que a minha mãe dizia: “Engole o choro”. Um pouco sobre isso eu falo em meu romance infanto-juvenil quando o personagem Artur apanha da mãe que não satisfeita da surra dada em seu filho ainda pergunta: “Que foi, quem vê pensa que arranquei as tripas”.
Antes as tripas fossem arrancadas. Doeria muito menos do que toda aquela violência emocional, pois muitas vezes aquelas peripécias que causavam a surra eram resultados da falta de uma referência masculina para dar instruções e indicar caminhos. Aprendíamos tudo por nossa conta, na raça, na brutalidade mesmo. Eu lembro da primeira vez em que meu corpo e minha mente deram sinal de que eu estava virando homem (e aqui, esse “virando homem” tem mesmo aquele sentido machista). Antes as meninas passavam por mim e eu nem aí. Inclusive não conseguia entender por que meus amigos maiores sempre viravam o pescoço. Não me apetecia. Aí, eu com 12 anos, comecei a reparar no corpo delas. E em um dia, tomando banho, comecei a me tocar. Fiquei assustado com meu orgão sexual reagindo assustadoramente. Voltei do transe com a mão pesada da minha avó batendo na porta do banheiro: “Vai morar aí, moleque?”.
Rapidinho perdi a ereção. Fiquei achando que estava sendo vigiado e me senti culpado. Mas passei o dia sentindo que faltava alguma coisa. No fim da tarde, quando cheguei da escola me vi escondido num canto da casa com uma revistinha de mulher pelada que peguei sorrateiramente debaixo do colchão da cama do meu tio. Saiu de mim aquilo que estava me deixando agitado e inquieto o dia todo. E somente depois disso é que sosseguei. Naquele dia, apenas. Porque durante uma semana eu fiquei com o corpo quente e tendo ereção o tempo todo. Achei que tudo aquilo era feio e vergonhoso. Faltou alguém pra me dizer que não, que eu podia aproveitar, que era normal e pronto. Contei meu caso de puberdade que perto de outros até foi bem tranquilo. Eu tive amigos que foram levados para puteiros e obrigados a transar com mulheres de 30, 35 anos. Tinham que provar para o pai, o tio ou para o irmão mais velho que eles gostavam daquilo e que não eram “viados”. Alguns conseguiam por estar ou ter passado da puberdade. E os outros que ainda não haviam despertados? Era o fim do mundo. Tínhamos a necessidade de demonstrar macheza o tempo todo: em casa, na rua, no futebol, na bolinha de gude, nos pipas... Relação com as meninas só se estivesse “catando” elas. Do contrário alguém falava que você estava querendo brincar de boneca. E então você era execrado: Seu bicha! Viado do caralho!
Isso era o de menos. Às vezes você era surrado ou tinha que pagar tubaína pra rua inteira.
Uma vez descobriram que eu estava apaixonado por uma menina da igreja evangélica que tinha em minha rua. Aí ficaram me encorajando: “Vai lá, Mirão! Cê é homem ou não, porra? Chega chegando, caralho!
Eu não queria estragar aquilo que eu sentia, de tão lindo que era. E nem queria assustar a menina que, talvez nem soubesse do meu amor platônico por ela. Mas me intimidaram. Foi aí que eu perdi a oportunidade de ficar calado. Cheguei chegando! E afastei ela de mim. Cumpri com a missão de demonstrar que eu era homem, e perdi a chance de viver o meu primeiro amor adolescente. Ninguém merece essas violações. Ser criança e adolescente, na intensidade, é um direito humano. Mas nós, que vivemos nesta época, e eu tenho propriedade pra falar, tivemos esses direitos violados em todos os momentos.
Éramos jogados na selva de pedra, pelados, sem dinheiro, sem proteção e com um corredor cheio de brutamontes armados de porretes pra dar em seu corpo durante a passagem.
Eu passei por este corredor. Sou um herói. Sobrevivi, mas confesso que trago comigo algumas marcas. Chorar de verdade até hoje eu não consegui, nem mesmo quando perdi o meu irmão assassinado. E ele merecia as minhas lágrimas. O abraço em minha mãe e um “Eu te amo” demorou pra sair. E a desconfiança no mundo me faz ser vigilante o tempo todo.

Por isso prefiro dizer que, apesar das alegrias e da inocência, prefiro um coração partido que os vários joelhos ralados da minha infância. 

quarta-feira, setembro 20, 2017

Literatura e Paisagismo

15ª intervenção do Projeto Literatura e Paisagismo - Revitalizando a Quebrada.
Dessa vez foi na E.E. José Papaiz em Suzano, onde a escola adotou o meu 7º livro "Brechó, Meia-noite e Fantasia".
Parabéns aos professores envolvidos na leitura do livro. Parabéns coordenadora Ana Caló, por ser visionária.
Com este projeto estamos mostrando aos alunos que leitura não é somente o livro. Aqui nós temos um conjunto: livro, grafite, intervenção e revitalização do espaço, teatro, conversa com o autor, oficina de fanzine e sarau.

Ideia, textos e concepção: Escritor Sacolinha
Artistas urbanos: Vander Che e Todyone 







segunda-feira, agosto 21, 2017

Entrevistas inéditas

Salve!
O canal de entrevistas "HÃM" publicou dois vídeos sobre a minha carreira e sobre a intervenção "Literatura e Paisagismo - Revitalizando a Quebrada" na EMEF Jd. Bartira.
Se estiver de boa, cicla e assiste. Vai valer a pena.

1ª parte


2ª parte

sexta-feira, agosto 04, 2017

Crítica Literária

E o meu mais recente livro de contos recebeu a sua primeira crítica. Clique aqui para lê-la.

quinta-feira, agosto 03, 2017

Literatura e Paisagismo

Revitalizando a Quebrada
E o projeto que começou em maio deste ano continua à mil. Não só revitalizando, mas também, provocando a quebrada.
Assista um pouco do projeto na matéria da TVT. Clique aqui.

sábado, maio 27, 2017

Comunidade do Conto

A próxima edição da Comunidade do Conto já é na semana que vem. Vamos?

sábado, maio 13, 2017

Trajetória Literária

Saudações literárias, povo!
A próxima edição do Trajetória Literária será no dia 22 de junho, às 20h, com o cabra arretado Marcelino Freire.
Anota aí na agenda.
Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi
Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano - SP
Informações: (11) 99526-3561 Vivo/Whatsap


terça-feira, maio 02, 2017

Projeto novo na área!

Traficantes, policiais e políticos corruptos
não descansam e eu também não!

Agora em maio, inicio no Jd. Revista, Suzano -SP, um projeto de literatura e paisagismo que vai revitalizar os bairros das periferias por aí. 
Vou usar muitas tintas e mudas de árvores de calçadas. Por favor avisem-me aqui dos lugares onde eu consigo esses itens por um valor mais em conta, ou até mesmo doação/patrocínio. O projeto é totalmente independente. Dependendo da quantidade vou buscar em qualquer lugar da Grande São Paulo.
As tintas podem ser até aquelas que sobraram da reforma ou que estão perto de vencer, acrílica, latex e spray.
As mudas de árvores podem ser qualquer uma.
Aceito ainda rolos, pincéis e outros itens úteis para pintura.
E quem quiser contribuir diretamente pode fazer adquirindo qualquer livro meu, aqui no blog, no link "LIVROS DO AUTOR - Compre aqui"


Então bóra, contribuir para vidas com mais qualidade?

terça-feira, abril 18, 2017

Trajetória Literária

Trajetória Literária está de volta!
O projeto consiste na vinda de escritores nacionalmente conhecidos para falar com o público leitor sobre sua trajetória, seus projetos, livros e afins.
O convidado desta primeira edição é o poeta Sérgio Vaz, criador do sarau da Cooperifa.

sexta-feira, abril 07, 2017

Próximo Sarau

No feriado de Tiradentes tem Sarau aqui em Suzano. Marca na agenda pra não esquecer.


sexta-feira, março 24, 2017

Não mexe comigo...

... que eu não ando só!

Hoje fui até a E.E. Vila Iolanda IV, em Guaianases, Zona Leste de SP, para dar uma palestra pra cerca de 400 alunos e professores.

Dei as minhas melhores respostas às perguntas da plateia, porque me senti respeitado e admirado por eles. E pensar que antigamente só o traficante tinha esse privilégio na periferia.
Tô me sentindo o tal.
Não mexe comigo não.















segunda-feira, março 13, 2017

Palestras da semana

Amanhã, terça-feira, estarei no bairro onde eu fui criado. Salve Cidade Líder, Itaquera, Zona Leste de SP!


Nesta segunda-feira tem literatura na escola em dose dupla!


quinta-feira, março 02, 2017

Oficina no Albergue

Gosto mesmo é do trabalho de base. De comer pelas beiradas. Depois, o bote no recheio é certeiro.
Ontem, quarta-feira, iniciei um trabalho de mediação de leitura e escrita criativa (via SP Leituras) para os moradores do albergue Jaçanã - Centro de Acolhida II, na Zona Norte de SP.
E esse trabalho de base vai dar resultados. O mês de março promete.