terça-feira, fevereiro 10, 2009

1 milhão de amigos!

Queridos, seguem abaixo dezenas de imagens minhas com amigos diversos. Ressalto que são apenas alguns de meus amigos e colegas, tenho cerca de 1 milhão de amigos, mas infelizmente não tenho fotos com todos eles. Muitos desses amigos que têm fotos comigo, não enviam nunca, mesmo eu ficando no pé. Azar o deles, pois não estão em nenhuma das imagens abaixo. Sinto muito.
Divirtam-se!Oficina dos menestréis e eu no meio Deto Montenegro e Sacolinha
Eu junto à turma do Prof. Rodrigo Ciríaco na Zona Leste de SP. Aqui tô junto com o GOG e minha noiva Landy
Sacolinha e Evandro, filho do Buzo Escritores: Sacolinha e Elizandra
Com as professoras da rede municipal de Suzano
Esse aí é o Prof. Juarez, quase 80 anos e ainda dando aula
Aqui tô junto com o pessoal da Secretaria de Educação de Suzano
Essa é a Andréia de Passo Fundo - RS.
Meu amigo Raça, o criador da camisa 85 Letras e um Disparo
Edi Rock, Racionais MC's
Aqui tô com a família Dossiê (grupo de rap de Suzano)
Coelho da escola de samba "Estação 1ª Samba na veia"
Benêgro, rapper suzanense
Esse é o Pedro Neves, artista plástico
Márcio Barbosa, Quilombhoje
Essa é a turma da Cidade Líder, Itaquera, SP, onde fui criado. A maioria deles são personagens do meu romance infanto juvenil (em breve) Turma do Curso de Letras da UMC - 2006-2008 Nobre Lúcia Camargos, da Secretaria do Estado da Cultura SP Ator Gil Ferreira, Tevez e eu
Essa é a turma da Universidade de Passo Fundo - RS
Mestre Quim
Claudia, Secretaria de Cultura de Suzano
João de Deus, Secretaria da Promoção Social
Dona Elisabete, escritora
Esse é poeta e jornalista - Jorge Américo
Alice, da Câmara Brasileira do livro
Robson Canto, Paulo Pereira
Kelly, eu, Adauto, Cákis e Cris
Guel, Cákis, Francis, Olavo, Sacolinha e Marcelo Rubens Paiva
Dalila Teles, Livraria Alpharrábio - Santo André - SP.

Escritores: Contador Borges, Luiz Mendes, Sacolinha, Roberto (mediador) e Ivân Angelo - Debate na FESPSP - 2008

Gasoli, Amanda e Sacolinha - Presídio Feminino de Santana - 2006

Betão, Durvalino, Sacolinha e Gasoli - Presídio de São Miguel - 2006

Estudantes de Jornalismo da UMC com o Sacolinha - 2008
Sacolinha, Luiz Claudio e Elcio - Sebo Melodia - Suzano - 2008 Eleilson, Sacolinha, Sérgio Vaz e Seu João - Global editora - 2007 Walmir Pinto, Sacolinha e Cida - Secretaria de Saúde de Suzano - 2008
Fábia, Sacolinha e Gabriel - Carnaval 2008 - Suzano
Cleber (Papel) e Sacolinha - Rádio Comunidade FM - 2003 - Suzano
Landy e Sacolinha - Minha melhor amiga
Escritores: Vaz, Buzo, Dinha e Sacolinha - Ação Educativa - SP - 2007
Escritores: Sacolinha, Buzo e Luiz Mendes - Autor na Praça - 2005
Artista Plástico Pedro Neves e Sacolinha - Exposição Negro Sim - 2005 - Suzano
Luiz (Editor da Conrad), Buzo, Klevisson Viana e Sacolinha - Fortaleza - 2007
Rappers Dimenor e Terno com Sacolinha - Itaim Paulista - 2007
Bibliotecária Miriam e Sacolinha - Ação Educativa - 2006 - SP
Sacolinha e Rodney - Show do GOG - Suzano - 2007
Sacolinha e Elêilson - Lançamento 1ª ed. 85 Letras e um Disparo
Rubens Cavalcanti, Sacolinha e Rogério - Prêmio Jabuti - 2007
Vereadora Alessandra Félix e Sacolinha - Suzano - 2007
Sacolinha, Du Lôco, Vaz, Buzo e Rodrigo Ciríaco
Buzo, Sacolinha e Sergio Vaz - Itaim Paulista - 2008
Sacolinha e Robson Canto - Livraria Suburbano Convicto - SP - 2008
Escritores: Sacolinha e Asdrubal - Casa das Rosas - SP - 2008
Sacolinha, cordelista Francis Gomes e poeta Almir - Suzano - 2007
Integrantes da Associação Literatura no Brasil com a jornalista Roberta - 2007
Músicos Rabicho, Arnaldo Antunes e Marcos Cirillo com o Sacolinha - Suzano - 2008
Prefeito Marcelo Candido, Sacolinha, Natália (minha mãe) e o Pe. Arlindo (meu tio) - Lançamento 2ª ed. 85 Letras e um Disparo na Av. Paulista
Secretário de Cultura Walmir Pinto, Primeira Dama Brenda Maira, Prefeito Marcelo Candido, Ariano Suassuna e sua esposa, e Sacolinha - Suzano - 2008
Sacolinha, Sérgio Mambert e Passarinho - Suzano - 2007
Sacolinha, Loyola Brandão e Walmir Pinto - Suzano - 2006
Oswaldinho da Cuíca e Sacolinha - Suzano - 2007
O músico Zé de Riba com o escritor Sacolinha - Suzano - 2008
Arnaldo Antunes e Sacolinha - Suzano - 2008
Escritores: Moacyr Scliar e Sacolinha - Suzano - 2006
Escritores Marcelino Freire e Sacolinha - Suzano - 2005

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Vídeo Provocações

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Vídeo Museu da Pessoa

Queridos, este é um depoimento que dei para o Museu da Pessoa. Tá no youtube, mas você também encontra no site do projeto, aproveita e já assiste outros vídeos: www.museudapessoa.net

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Outro livro

Pessoal, quero hoje indicar um livro contemporâneo. Trata-se da obra do amigo Robson Canto - "Noite adentro" lançado em 2007 pela Edições Toró, com apoio do VAI.
Para indicá-lo, vou utilizar o prefácio que fiz para o livro.
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Prefácio do livro Noite adentro
O bom livro é aquele que estraga o leitor. É baseado nesta afirmação quase unânime entre os autores, que venho avaliando as minhas leituras. Quando fecho um livro e sinto algo me corroendo, uma gastura ou um nó na garganta significa que ele é bom. E digo que assim fiquei, ao terminar a leitura desta obra, ora cheia de detalhes, ora cinematográfica. O que mexeu comigo foram os romancetes escondidos n’alguns parágrafos, tal como o namoro adolescente debaixo dos lençóis, o vinho que se bebe feito gente grande, os "bicos" que se faz para garantir o lanche do passeio com a namorada, os apelidos, os acampamentos sem juízo de fim de semana, as paqueradas em sala de aula, os bilhetinhos, e etc e mais e mais. Aí está: senti uma saudade dolorida desse tempo. Então pensei cá; "Merda, mas eu só tenho 24 anos". Foi aí que veio a angústia, eu assim, tão novo e com grande saudade desse tempo que ainda tá tão perto? Confesso que essa angústia molhou meus olhos. Mas há muitas outras coisas neste livro que mexe com a gente de forma mais triste; tipo o preconceito, a falta de perspectiva, amigos que morrem de HIV ou de tiros, necessidades mil e outras decepções. Temas que estão batidos, mas que contado por quem viveu torna-se diferente. Ao fechar esta obra percebi que ela mexera comigo. Eita que livro bom pra ser lido com calma, e relembrar, talvez com azedume, dos nossos bons tempos sem grandes responsabilidades. Mas pra isso, o leitor não pode lê-lo no ônibus ou no trem como faz o próprio Robson Canto, pois um bom livro é pra ser lido em casa, e de preferência, noite adentro.
Sacolinha!
para adquirir o livro entre em contato com o autor: http://www.robson-canto.blogspot.com/

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Mais fotos da Navegação

Agora para finalizar e cumprir a minha promessa, seguem as últimas fotos da nossa experiência no Rio Tietê. Essas imagens foram feitas pelo celular do Cákis. Confira:

Visão do bloqueio - água-pé

O Rio que por aqui ainda não fede, porque o que fede são as empresas

Eu e o cordelista Denivaldo
Esse Negrão é o Cákis, escritor e poeta Olha a Canoa aí Essa foi a nossa churrasqueira improvisada, não tem brasa melhor
Enquanto a carne assa, a gente descontrai
Aqui é o momento em que o Seu Aníbal (morador da várzea do rio) atravessa a gente para a outra margem
Indo embora achei uma fonte de água limpa que fica à 10 metros do rio

Nem perdi tempo, bebi água e lavei o rosto

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Os vídeos prometidos

Seguem abaixo alguns vídeos do dia em que naveguei o Rio Tietê junto com mais dois amigos a bordo duma canoa de garrafas pet. Não sei se é o meu computador, a internet ou o celular que filmou, mas os vídeos estão com as imagens ruins, o áudio está bom.
Não se preocupem com as risadas estranhas do Cákis, é que ele estava sem remar, por isso filmava e ria, na gozolândia.
No site do youtube tem mais, aqui só postei quatro vídeos.
Apreciem com moderação.
Sacolinha!!!

Indicação

Achei, finalmente encontrei. Desde 2004 que procuro esse livro. Fábulas de ouro. Nele encontram-se 12 contos clássicos: Peter Pan, Bambi, O Gato de Botas, Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, João e Maria, entre outros. Desde que comecei a ler que procuro livros com esse conteúdo. Eles passam uma magia que não se encontra nos livros de hoje. Só mesmo lendo.
___________________________________________ Anota aí: Fábulas de ouro Editora: Maltese - 1993 12 histórias

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Agradecimento

Esse post é um agradecimento aos leitores que acessam diariamente esse blog. Recebo dezenas de e-mails que mostram que esse veículo tem um grande número de acessos. Agradeço também ao Robson Canto e a turma do Ação Cultural da Biblioteca Monteiro Lobato da cidade de Guarulhos, na pessoa da Marli e do Angelo Macedo. Valeu por manterem esse blog no ar, através dos inúmeros acessos.

Leitura e suas peculiaridades

Essa semana que passou foi muito produtiva. Além da oficina de leitura que ministrei para cerca de 50 educadores, ainda visitei as bibliotecas públicas das 11 cidades que compõem o Alto Tietê. A oficina que ministro duas vezes ao ano para os funcionários da rede municipal de ensino de Suzano é contratada pela Secretaria de Educação através da FUNEP (Fundação de apoio à pesquisa, ensino e extensão). De todas as turmas que passaram por essas oficinas, essas duas de agora foram as mais heterogênias. Participaram professores, advogados, merendeiras e agentes escolar. Cada um com o seu credo, sua opinião e seus problemas. Logo no primeiro dia ouvi uma merendeira comentando baixinho para uma amiga: - Só escolhi essa oficina porque é a única que pode me agradar. E se eu num gostar, amanhã eu não venho. Bom, o fato é que tinha mais de 50 oficinas, e a danada da mulher escolheu logo a minha. Que ótimo, né? A senhora ali, a princípio inofensiva, e vindo só porque era obrigada, escolheu uma oficina que ia tratar do tema "leitura". Grande progresso. O fato é que ela voltou no segundo dia da oficina, e na avaliação final resolveu assinar o nome. Disse só coisas boas e que a oficina superou as suas expectativas. E não foi só ela não, todos, sem excessão, gostaram da oficina. O único ponto negativo que teve foi sobre a duração de 8 horas. Queriam mais. E pela segunda vez desde que eu ministro essa oficina, fizeram uma observação: poderia ter mais dicas de como incentivar a leitura para as crianças em sala de aula. Dica mesmo só tem uma: Disposição. Se não houver vontade não há resultados. O fato é que trabalho com o incentivo à leitura para crianças, adolescentes e jovens, e que nem todos que estão ali buscam isso, alguns querem incentivar os próprios filhos e outros a si mesmo. A Flávia, uma das coordenadoras desse processo de formação continuada, sempre liga pra mim dizendo que a minha oficina é a mais concorrida. Fico grato e feliz não por mim, mas pelos livros, já que poucos querem trabalhar com isso realmente. E na minha oficina até hoje ninguém veio para passar o tempo, todos têm interesse pelo assunto. E essa última foi bem complexa, porque trabalhamos muito com a interpretação do texto, de forma física e psicológica. Trabalhei com contos de James Joyce e Guimarães Rosa, poesias de Fernando Pessoa, Antero de Quental, Solado Trindade, Antônio Gedeão, Casimiro de Abreu, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira. O negócio foi puxado. No primeiro dia ainda dei lição de casa. Ninguém reclamou e com excessão de duas professoras, todos fizeram direitinho a sua "homework". Pra encerrar os dois dias, nada melhor que uma colher de chá para esses alunos. Então desenvolvi a dinâmica da roda de poemas, com poesia, cantigas de roda, música e dança. Eu, além de recitar fiquei no pandeiro, que tô aprendendo a tocar e muito bem. Queria aproveitar e falar um pouco das visitas às bibliotecas aqui da região. Todo início de semestre eu faço uma visita nessas bibliotecas públicas para articular projetos em parceria com a Associação Cultural Literatura no Brasil e para doar as publicações da Prefeitura de Suzano, onde eu trabalho. É sempre a mesma coisa, marasmo total. Só que dessa vez eu fui com a esperança renovada, pelo motivo de algumas cidades terem trocado seus prefeitos e secretários de Cultura e/ou Educação. Com o perdão da palavra, continua a mesma bosta. 1- Bibliotecas fechando no horário de almoço ou fechadas sem motivo; 2- Funcionários sem educação e que não param de lixar a unha nem pra dar bom dia pra quem chega; 3- Bibliotecas vazias; 4- Sem bibliotecárias; 5- O cidadão não tem acesso direto aos livros. Inúmeros são os problemas dessas bibliotecas que afastam cada vez mais o leitor. E já é comum nos meses de janeiro, fevereiro, julho, agosto e dezembro, as bibliotecas ficarem vazias. Isso se deve à herança maldita de que a biblioteca é somente para pesquisa, por isso esses meses os alunos das escolas não vêm aqui porque não tem trabalho para fazer. Então significa que agora, com a democratização do acesso à internet, a biblioteca ficará eternamente vazia, já que temos muitas ferramentas de pesquisa on line? É isso mesmo que está acontecendo, não se criou políticas de incentivo à leitura de textos literários nas bibliotecas, cadê os eventos, cadê as palestras de escritores dentro da biblioteca?
Assim não vai! Não dá jeito! Isso é um desserviço à população! As bibliotecas comunitárias estão muito melhor do que as públicas, mesmo sem apoio nenhum do poder público. Como não gosto de ficar sentado, vendo esses descasos por aí, vou articular todos os membros da Associação Cultural Literatura no Brasil para conversarmos com os prefeitos e secretários desses municípios. Do jeito que tá não dá para continuar. No mais, quero lembrar á todos os envolvidos com projetos de leitura, que a associação de literatura aqui de Suzano está à disposição para o que precisar. Basta enviar um e-mail para: literaturanobrasil@bol.com.br ou ligar para: (11) 4749-0384 - Francis Gomes. Abaixo segue algumas imagens da oficina com os professores. Saudações literárias!
Oficina da tarde - 22 inscritos
Professora e advogada
Professor Jônathas, segunda vez que participa de uma oficina minha
Momento da Roda de Poemas
Oficina manhã - 23 inscritos
Botei todo mundo pra trabalhar que o serviço não é mole
Olha eu no pandeiro aí gente
Bóra dançar uma valsa
Esse aí de azul claro é professor de educação física, e deixou de participar de várias oficinas ligadas à sua área para participar da oficina de leitura. Ponto pra Literatura.

Conto com títulos...

O amigo e poeta Sérgio Vaz resolveu fazer uma brincadeira que virou conto. O danado pegou alguns títulos de livros que foram lançados nos últimos anos e fez uma bela história. Leia na íntegra:
A Poesia dos deuses inferiores - Sérgio Vaz
*baseado em fatos que não aconteceram, mas que poderiam ter acontecido facilmente
A Guerreira em questão morava no topo da favela, lá, onde subindo a ladeira mora a noite, e chegava do trabalho lá pelas dez. Um ônibus lotado, mais o que doía mesmo era o trem. Chegou em casa e o suposto marido, graduado em marginalidade já estava louco de cachimbo, na cidade de Deus onde todos foram esquecidos, o nóia era conhecido como colecionador de pedras. Um dia já foi trabalhador, mas... Pensamentos vadios é foda. Elizandra já não suportava mais essa vida, mas não se sabia porque vivia pelo vão da felicidade, enquanto o desgraçado do Ademiro vivia na fortaleza da desilusão. E assim, viviam a vida queninguém vê. No sábado, hoje é quinta, ela vai matar o desgraçado, só que ela ainda não sabe, nem ele, por isso seguia sobrevivendo no inferno no seu castelo de madeira noite adentro planejando o assassinato. Pronto, já é sábado -resolvi cortar a sexta-feira e partir direto para os acontecimentos. Quando Elizandra chegou, moída do trabalho, encontrou novamente o traste bem louco na cadeira no canto da cozinha. A casa estava imunda, um quarto de despejo. Foi a gota D´agua. Ela o matou com o tiro bem no meio da cabeça. Foi assim: Há alguns dias ela tinha conseguido um revólver emprestado de um admirador, que não via a hora do nóia se mudar do Capão pecado para ele logo se entocar na goma do malandro. A Guerreira já chegou decidida, o zóio estava pegando fogo, vixe, ela era o próprio manual práticodo ódio. Chegou no barraco às cegas, mas qualquer um podia sentir o rastilho da pólvora que ela trazia no olhar. Estava ali, de passagem, mas não a passeio, e pensando que cada tridente em seu lugar, ou seja, ela feliz, ele a caminho do inferno. Já podia vê-lo no cemitério no buraco do terrão, tipo desenho de chão. Ela o chamou pelo nome: -Ademiro, vou te dar uma letra. Ele olhou para ela e para o cano do cano do brinquedo assassino que ela trazia nas mãos. -Eita porra, que porra é essa? -Acabou! Disse mais um monte de coisa e gastou toda sua gramática da ira contra o aspirante a defunto. Dizem alguns vizinhos que ela deu várias letras, mais ou menos, 85 letras e um disparo. O barraco virou um angu de sangue, deu até no notícias jugulares: “Morre nóia que batia na mulher”. A vizinha que lia a manchete olhou para o dono da banca e disse: -A morte desse verme foi um presente para o gueto. Periferia é periferia em qualquer lugar!

Justificativa

Queridos (as). Sábado tive problemas com a internet, os dois dias de chuva, quinta e sexta, aqui em Suzano, foram o suficiente para danificar o modem e o roteador do Centro Cultural Boa Vista, e a internet da minha casa está de recesso por conta de problemas da telefônica. Por isso, nesta semana, se eu deixar de publicar algum texto aqui, vocês já sabem. Saudações literárias!